Quais inovações realmente vão moldar a tecnologia em 2026? Neste conteúdo, a IXC Soft analisa tendências e separa o que é modismo do que veio para ficar.
Todos os anos surgem novas tecnologias e inovações que aparentam dominar o mercado. Mas saber diferenciar quais vieram para ficar daquelas que são passageiras é o segredo das grandes empresas para se manterem competitivas e sustentáveis. Em um setor que movimentou globalmente 5,6 trilhões de dólares em 2025, é crucial saber exatamente onde investir para ficar no lucro e não sair no prejuízo.
Exemplo claro disso, a Inteligência Artificial está cada vez mais enraizada nas estratégias das empresas, tendo grande investimento e prometendo mudar o jogo. No entanto, segundo reportagem da Techradar, apenas 36% das organizações conseguiram elevar o nível de entrega com a IA e, somente 13%, obtiveram resultados significativos a nível empresarial.
O erro não está no investimento em IA, mas em não saber extrair o verdadeiro da tecnologia, implementando-a pelo “hype” e esquecendo de olhar estrategicamente para o futuro. Nesse sentido, a IXC Soft, empresa referência em tecnologia, preparou um material que aponta quatro tendências que vieram para ficar e farão a diferença em 2026. Confere aí!
Plataformas de nuvem especializadas por setor
O básico já não convence. A realidade é que o mercado atual já não comporta mais soluções horizontais que não abranjam as complexidades de cada segmento. Oferecer um serviço amplo demais pode acabar indo para o lado genérico, exatamente o oposto do que é tendência para 2026: ser especialista.
É isso que está acontecendo com as plataformas de nuvem genéricas, amplamente difundidas e presentes no dia a dia corporativo, e que atualmente estão caindo em desuso graças às plataformas de nuvem por setor (ICPs), que oferecem soluções especializadas para diferentes segmentos.
Conforme reportagem da Forbes, provedores como Google e Microsoft já ofertam ICPs para áreas como saúde, finanças e ciências, contendo modelos pré-construídos e configurações de conformidade. Ainda, a revista aponta que até 2027 é previsto que 70% das empresas utilizem plataformas especialistas, um salto de mais de 55% quando comparado com 2023.
Copilotos de IA generativa
Pare um pouco e reflita: quantas pessoas em sua operação estão ocupadas em tarefas repetitivas e poderiam atuar em funções estratégicas de maior valor agregado? A utilização da inteligência artificial generativa em processos operacionais está cada vez mais ganhando espaço e é uma das tendências tecnológicas para 2026.
Segundo dados disponibilizados pela Conferência Nacional de Profissionais Liberais, 80% das empresas contarão com assistentes virtuais de IA nas operações neste ano. Não se trata de substituir pessoas, mas trabalhar de forma mais eficiente para se manter competitivo em um mercado tão acirrado.
Na IXC Soft, por exemplo, um dos maiores gargalos estava no atendimento, área que além de demandar altos custos, enfrentava escassez de mão de obra qualificada. Em julho de 2024, por exemplo, a assertividade na transferência de chamados entre setores era de apenas 60%.
Para resolver essa questão, o time de IA da IXC Soft criou dois agentes de inteligência artificial, Lia e Manuel, responsáveis por automatizar o primeiro contato dos clientes com a empresa. Os resultados vieram rapidamente: a assertividade nas transferências subiu para 90%, reduziram em 27 mil o número de chamados direcionados ao suporte humano e 13 colaboradores, antes ocupados em tarefas repetitivas, foram realocados para funções mais estratégicas que fazem sentido para a visão de futuro da empresa.
Plataformas de desenvolvimento nativo de IA
Outra tendência de utilização da inteligência artificial em 2026 são as plataformas que usam a IA generativa para criar softwares com maior agilidade e menor custo, possibilitando o desenvolvimento mesmo para times com menos especialistas técnicos. De acordo com reportagem da Apter, até 2030, 40% dos portfólios corporativos incluirão plataformas nativas de IA e 80% das equipes de engenharia serão aumentadas por IA.
Na IXC Soft, empresa referência em tecnologia, a utilização de IAs no processo de desenvolvimento é amplamente difundida, o que permite que a multinacional consiga se manter na vanguarda do mercado, com entregas que realmente façam sentido e transformem a realidade dos clientes e parceiros.
Modelos de Linguagem Específicos de Domínio (DSLMs)
Desde a primeira aparição, os Modelos de Linguagem Genéricos (LLMs), como o GPT da OpenIA, Gemini da Google e LLaMA da Meta, revolucionaram a forma com a qual acessamos dados, realizamos tarefas e customizações. Porém, a tendência tecnológica para 2026 requer especificidade, necessidade que geralmente os LLMs não atendem.
Assim, a utilização de Modelos de Linguagem Específicos de Domínio (DSLMs) supre essa demanda com menor custo, maior precisão e conformidade. De acordo com a Gartner, os DSLMs são treinados com dados específicos de um setor, função ou processo. O material ainda indica que até 2028 mais da metade dos modelos de IA generativa usados pelas empresas serão especializados em um domínio.
Na IXC Soft a tendência do uso de DSLMs já é realidade com o Manuel, assistente inteligente integrado ao sistema de gestão para provedores de internet, o IXC Provedor. A inovação tecnológica foi projetada para revolucionar a experiência dos usuários do ERP e tem otimizado a eficiência operacional dos clientes.
Conclusão
Mesmo em um mercado cada vez mais competitivo e imediatista como o da tecnologia, é vital não perder o foco estratégico. Filtrar as tendências e inovações tecnológicas que surgem todos os dias é desafiador, mas saber diferenciar qual está apenas “hypada” da que realmente alavancará sua operação, vai mudar o jogo. A pergunta que fica é: está preparado para transformar a sua forma de operar?




