Cinco tendências no desenvolvimento de softwares

Cinco tendências no desenvolvimento de softwares

Conheça as cinco principais tendências no desenvolvimento de softwares elencadas pela IXC Soft, multinacional de tecnologia referência no segmento.


Pense em um setor que gera quase 700 bilhões de dólares em receita e emprega mais de 47,2 milhões de profissionais globalmente. Esse é o mercado de softwares, segmento que possui uma taxa de crescimento de 5,27% ao ano e que deve ultrapassar os US$ 850 bilhões em receita até 2028. Com estimativas tão positivas, cada vez mais as empresas têm investido em tecnologia para conseguir acompanhar as tendências, e não ficar para trás.

Entretanto, em um mercado tão competitivo, é vital entender quais são os motivos que levam a tamanho sucesso. Dessa forma, a IXC Soft, multinacional de tecnologia presente em mais de 25 países, levantou cinco tendências que você precisa conhecer para ser bem sucedido. Acompanhe!

Inteligência Artificial ajudando no desenvolvimento

Já imaginou ter um desenvolvedor que possa estar à disposição 24/7 e com acesso vasto a bancos de dados sobre programação? Com a chegada da Inteligência Artificial, essa possibilidade passou a ser realidade nas softwares houses, com a IA sendo o braço direito dos profissionais desenvolvedores, facilitando processos e diminuindo o tempo das entregas. 

Em 2026, o desenvolvimento orientado por IA será o novo padrão, com ferramentas inteligentes auxiliando na codificação, nos testes e no design. Exemplos práticos da utilização da Inteligência Artificial no processo, são a geração de trechos de código, detecção de bugs e otimização das arquiteturas. 

O propósito não é tirar os engenheiros de software da “jogada”, mas aumentar as capacidades de entregas. Ao retirar tarefas repetitivas do escopo de trabalho dos desenvolvedores, é possível investir maior tempo na criação de soluções criativas e mais estratégicas, focando em resolver problemas complexos e que fazem a diferença ao cliente final. 

Assim, adotar a IA em todas as etapas de desenvolvimento é o que garantirá eficiência e a manutenção da competitividade dos softwares frente a um mercado em contínua evolução e que preza, cada vez mais, pela rapidez nas entregas e atualizações. 

Presença cada vez maior de arquitetura nativa da nuvem e microsserviços

Atualmente, a computação em nuvem é tão essencial quanto os móveis dos escritórios, sendo praticamente onipresente nas organizações. Com 94% das empresas utilizando os serviços, a tendência é que esse número aumente cada vez mais, principalmente com o estabelecimento da cloud-native architecture no mercado.

A abordagem permite a criação e execução de aplicativos que aproveitam as tecnologias em nuvem para realizar entregas escaláveis, resilientes e ágeis. Ou seja, ao utilizar a arquitetura de nuvem nativa, é possível adaptar as infraestruturas rapidamente para atender às necessidades de negócios em constante mudança, obter um tempo de comercialização mais rápido e com menos custos, além de oferecer uma melhor experiência e confiança ao usuário.

Os microsserviços, por sua vez, são a abordagem moderna que aproveita as tecnologias nativas de nuvem para o desenvolvimento de aplicações. Ao contrário dos modelos monolíticos, onde todos os componentes são unidos em uma única base de códigos e implantados enquanto unidade, os microsserviços são um padrão de arquitetura que une uma coleção de serviços menores que trabalham em colaboração.

Assim, ao separar as funcionalidades em diferentes microsserviços, torna-se mais fácil implantar, atualizar e escalar de forma independente, além de permitir que as equipes consigam se concentrar em uma pequena parte de uma aplicação maior, sem afetar o resto da organização.

DevSecOps e Segurança Shift Left

Segundo relatório da Check Point Research, o número de ciberataques semanais chegou a 1.925 em 2025. De maneira cada vez mais intensa, os criminosos têm se adaptado e evoluído às táticas para conseguirem atingir os mais variados setores. 

É nesse cenário que o DevSecOps surge, visando estabelecer uma mentalidade de segurança em todas as etapas do desenvolvimento, auxiliando os profissionais a entregarem softwares mais seguros, mantendo a rapidez e escalabilidade. Mas como?

A grande “sacada” aqui é implantar revisões de segurança dentro de todas as etapas do ciclo de desenvolvimento, evitando descobrir problemas somente após as funcionalidades já terem sido implementadas, o que encarece o processo e torna mais difícil a correção. 

Esse movimento, conhecido como “shift left”, leva esse nome devido a forma clássica do cronograma dos projetos de software, desenhados da esquerda para a direita. Ou seja, mover à esquerda (shift left) os testes de segurança, significa justamente os trazer às etapas iniciais do projeto. 

Dessa forma, ao colocar em prática os princípios do DevSecOps, é possível aumentar a segurança em todas as etapas do pipeline de desenvolvimento, entregar softwares de forma mais rápida e eficiente, criar um código-fonte mais seguro, corrigir mais rapidamente vulnerabilidades de segurança e tornar as práticas de segurança automatizadas, padronizadas e previsíveis. 

Ferramentas low-code e no-code acelerando entregas

Você imagina quanto tempo leva para desenvolver um software? Pesquisas apontam que o desenvolvimento de um MVP (Produto Mínimo Viável), por exemplo, pode levar de um a três meses. Já para aplicações à web, que necessitam de back-end e front-end completos, o tempo varia de três a seis meses. Ainda, para softwares empresariais de grande escala, que geralmente exigem integrações complexas, planejamento de escalabilidade e desenvolvimento em várias etapas, o prazo de entrega pode passar de um ano. 

Tendo em vista que o mercado de softwares exige cada vez mais rapidez nas entregas, tecnologias que diminuem ou erradicam a criação de códigos, como ferramentas low-code e no-code, têm ganhado destaque, principalmente por permitirem que usuários com pouca ou nenhuma habilidade em programação consigam criar soluções a partir de componentes pré-construídos. 

O uso dessas tecnologias pode reduzir o tempo de desenvolvimento em até 90%, além de impulsionar a inovação, melhorar a agilidade e reduzir custos às organizações. Entretanto, sem a definição de uma governança clara para utilização, o que era para ajudar pode causar inúmeros problemas.

Nesse viés, é vital que seja fomentada a capacitação dos funcionários não técnicos, chamados de desenvolvedores cidadãos, para criarem soluções com ferramentas low-code e no-code e conseguirem resolver os problemas de forma estratégica para a companhia. 

Crescimento e melhoria contínua dos profissionais desenvolvedores

Mesmo em uma realidade na qual todos os dias novas tecnologias surgem, são atualizadas e transformam a sociedade nos mais diversos segmentos, uma tendência não muda: o olhar humano se mantém como crucial, ainda mais ao se olhar para o mercado de software. 

Ainda que a Inteligência Artificial evolua de forma constante, habilidades como criatividade, resolução de problemas, comunicação e colaboração, permanecem sendo exclusivamente humanas. 

O desenvolvedor que souber utilizar a IA como copiloto para assumir tarefas rotineiras e repetitivas, enquanto se concentra em atuações mais estratégicas, sairá na frente. No entanto, o surgimento constante de novas estruturas, linguagens e práticas, torna imprescindível a adoção de uma mentalidade de aprendizado contínuo, adaptabilidade e curiosidade diante das mudanças para se manter relevante mesmo com a evolução das ferramentas e tendências.

Conclusão

Agora que você conhece as cinco principais tendências do mercado de software para 2026, ficou mais fácil escolher qual empresa de tecnologia você vai confiar para transformar a sua organização. Clique no botão abaixo e conheça as soluções da IXC Soft, multinacional presente em 25 países e que, há mais de uma década, está na vanguarda das soluções tecnológicas que estão moldando o futuro do mercado. 

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